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BULLYING: Menino de 13 anos tenta suicídio. Exagero considerar ‘bullying’ crime?

Gente, bom dia!

Estou muito triste com a matéria que acabo de ler no Jornal O Globo, sobre um menino de 13 anos que tentou suicídio por ter sofrido bullying. O texto de Ediane Merola traz a notícia de que a Secretaria Municipal de Educação determinou que a Coordenadoria Regional de Educação (CRE) verifique uma denúncia de bullying contra um menino de 13 anos, que teria tentado o suicídio na sexta-feira passada depois de ser agredido por colegas dentro da sala de aula, na Escola Municipal Rondon, em Realengo.

É muito assustador, ainda, perceber que o caso ocorreu no mesmo bairro da Tasso da Silveira, instituição onde 12 estudantes foram assassinados pelo atirador Wellington Menezes de Oliveira, há um mês.

A vítima desta vez estaria sendo alvo de deboche há meses e, depois de ser agredido, saiu mais cedo do colégio, foi para a casa e tomou vários remédios controlados usados pela avó. O garoto teve parada cardíaca e está internado num hospital particular na Zona Oeste. Segundo a secretaria, se a CRE apurar que o aluno foi vítima de bullying no interior da unidade escolar, será aberta sindicância para apurar os fatos.

O menino estudava na Rondon há dois anos e seria um bom aluno, com rendimento acima da média, o que lhe rendeu apelidos como “CDF” e “mariquinha”. Desde o fim do ano passado ele vinha sofrendo agressões verbais e a família já teria pedido a troca de turma, o que não foi atendido. Na sexta-feira passada, os colegas teriam extrapolado, a ponto de deixar o estudante com a blusa rasgada. Envergonhado, ele saiu mais cedo da escola e, segundo parentes, passou pelo portão da unidade sem ser abordado por funcionários.

A avó e o pai do menino não estavam em casa quando ele chegou. Sozinho, tentou pôr fim a própria vida, ingerindo uma grande quantidade de comprimidos. Os familiares encontraram o estudante desacordado e o levaram para o hospital, em estado em grave. Depois de passar alguns dias no CTI, ele agora se recupera num quarto, mas seu estado emocional ainda preocupa.

A secretaria de Educação informou que colocará a equipe Programa Interdisciplinar de Apoio às Escolas Municipais (Proinap), composta por psicólogos e assistentes sociais, para acompanhar o aluno. Em nota, a secretaria disse que em abril do ano passado lançou o Regimento Escolar Básico para as escolas da rede pública municipal. Entre outras medidas de caráter pedagógico e disciplinar para os alunos, o regimento proíbe a prática do bullying. As punições vão da advertência ao encaminhamento dos casos mais graves aos conselhos tutelares. A SME informa, ainda, que está implantando o programa de Justiça Restaurativa, com mediação de conflito, nas 151 unidades do Escolas do Amanhã, localizadas em áreas conflagradas da cidade.

Segundo a nota, todas as escolas são orientadas a trabalhar a questão com os alunos de forma interdisciplinar e professores e diretores têm sido capacitados para tratar do tema, em ações promovidas pelo Núcleo Interdisciplinar de Apoio às Unidades Escolares. A Secretaria ressalta que a prática do bullying não será permitida nas escolas da prefeitura.

Enquanto nos informam sobre esse aluno do Rio, em São Paulo Luísa Alcade fala, no Jornal da Tarde, sobre os Promotores da Infância e Juventude de São Paulo que querem que o ‘bullying’ seja considerado crime. Um anteprojeto de lei elaborado pelo grupo prevê pena mínima de um a quatro anos de reclusão, além de multa. Se a prática for violenta, grave, reiterada e cometida por adolescente, o autor poderá ser internado na Fundação Casa, a antiga Febem.

Alcade enfatiza que a  proposta prevê que poderá ser penalizada a pessoa que expuser alguém, de forma voluntária e mais de uma vez, a constrangimento público, escárnio ou qualquer forma de degradação física ou moral, sem motivação evidente estabelecendo relação desigual de poder. Estão previstos casos em que a pena pode ser ampliada, como quando é utilizado meio eletrônico ou qualquer mídia (cyberbullying). “Hoje, como não há tipificação legal específica, os casos que chegam são enquadrados geralmente como injúria ou lesão corporal”, explica promotor Mario Augusto Bruno Neto, secretário executivo da promotoria.

Como o ‘bullying’ e o cyberbullying são praticados na imensa maioria dos casos por crianças e adolescentes, os promotores vão precisar adaptar a tipificação penal dessas práticas ao que prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O anteprojeto será submetido, no dia 6 de maio, a aprovação na promotoria e, depois, encaminhado ao procurador-geral do Ministério Público (MP), Fernando Grella Vieira, que deverá enviar o texto a um deputado para que o documento seja encaminhado ao Congresso. Antes disso, porém, a proposta será divulgada no site do MP para consulta pública. “Queremos que a população envie sugestões para que possamos aperfeiçoá-la”, explica o promotor Bruno Neto.

A educadora Madalena Guasco Peixoto, da Faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Católica (PUC/SP), considera a proposta exagerada. “Essa questão não se resolve criminalizando, e para casos graves já existe o crime de lesão corporal”, opina. “As escolas precisam assumir a responsabilidade e, se tiver de haver punição, que seja aplicada pelos estabelecimentos de ensino”, defende. “O problema é que as escolas estão sendo omissas”, rebate o promotor Thales Cezar de Oliveira, que também assina o anteprojeto de lei.

Por enquanto ficamos aqui, estudando, refletindo e colocando em prática estratégias e atividades para conscientizar tal barbaridade.

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BULLYING: origem e soluções

“Todos os dias, alunos no mundo todo sofrem com um tipo de violência que vem mascarada na forma de “brincadeira”. Estudos recentes revelam que esse comportamento, que até há bem pouco tempo era considerado inofensivo e que recebe o nome de bullying, pode acarretar sérias consequências ao desenvolvimento psíquico dos alunos, gerando desde queda na auto-estima até, em casos mais extremos, o suicídio e outras tragédias.” Diogo Dreyer

 

Para acrescentar mais esclarecimentos aos textos sobre bullying, apresento o trabalho de Diogo Dreyer. Vocês encontrarão nos parágrafos muitas informações interessantes. Principalmente sobre o trabalho da Abrapia (Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência) pelas palavras do médico Aramis Lopes Neto. Origem

O bullying começou a ser pesquisado cerca de dez anos atrás na Europa, quando se descobriu o que estava por trás de muitas tentativas de suicídio entre adolescentes. Sem receber a atenção da escola ou dos pais, que geralmente achavam as ofensas bobas demais para terem maiores conseqüências, o jovem recorria a uma medida desesperada. Atualmente, todas as escolas do Reino Unido já implantaram políticas anti-bullying.

Especialistas revelam que esse fenômeno, que acontece no mundo todo, pode provocar nas vítimas desde diminuição na auto-estima até o suicídio. “bullying diz respeito a atitudes agressivas, intencionais e repetidas praticadas por um ou mais alunos contra outro. Portanto, não se trata de brincadeiras ou desentendimentos eventuais. Os estudantes que são alvos de bullying sofrem esse tipo de agressão sistematicamente”, explica o médico Aramis Lopes Neto, coordenador do primeiro estudo feito no Brasil a respeito desse assunto — “Diga não ao bullying: Programa de Redução do Comportamento Agressivo entre Estudantes”, realizado pela Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia). Segundo Aramis, “para os alvos de bullying, as conseqüências podem ser depressão, angústia, baixa auto-estima, estresse, absentismo ou evasão escolar, atitudes de autoflagelação e suicídio, enquanto os autores dessa prática podem adotar comportamentos de risco, atitudes delinqüentes ou criminosas e acabar tornando-se adultos violentos”.

Os estudos da Abrapia demonstram que não há diferenças significativas entre as escolas avaliadas e os dados internacionais. A grande surpresa foi o fato de que aqui os estudantes identificaram a sala de aula como o local de maior incidência desse tipo de violência, enquanto, em outros países, ele ocorre principalmente fora da sala de aula, no horário de recreio.

Soluções

Para quem é vítima de algum desses tipos de humilhação, a saída é “se abrir”, ou seja, procurar ajuda, começando pelos próprios pais.

E quem tem um filho passando por esse problema precisa mostrar-se disponível para ouvi-lo. Nunca se deve aconselhá-lo a revidar a agressão; mas, sim, esclarecer que ele não é culpado pelo que está acontecendo. Também é fundamental entrar em contato com a escola.

Mas, se os pais não têm certeza de que seu filho sofre com essa violência, podem ficar atentos aos seguintes aspectos: “Os alunos-alvo são crianças ou adolescentes que são, sistematicamente, discriminadas, humilhadas ou intimidadas por outros colegas. Geralmente, eles têm poucos amigos, procuram se isolar do grupo e são identificados por algum tipo de diferença física ou comportamental. Além disso, têm dificuldades ou inabilidades que os impedem de buscar ajuda, são desesperançados quanto a sua aceitação no grupo e tendem a um comportamento introvertido”, explica Aramis.

Especialistas do mundo inteiro concordam sobre o fato de que o papel dos pais — tanto de alunos agressores como de agredidos — é fundamental para combater a violência moral nas escolas e de que eles precisam saber lidar com a situação. No caso dos pais de agressores, é preciso que se convençam e mostrem aos filhos que esse comportamento é prejudicial a eles. “De acordo com dados obtidos em trabalhos internacionais, não existe escola sem bullying. O objetivo é alterar a forma de avaliação do que é uma brincadeira e do que é bullying, mudando o enfoque da questão para a valorização do sentimento de quem sofre bullying, ou seja, respeitando seu sofrimento e buscando soluções que amenizem ou interrompam isso”, diz o coordenador da Abrapia. “Os autores de bullying podem se tornar líderes entre os alunos por disseminarem o medo e estarem repetindo seu modelo familiar, em que a afetividade é pobre ou a autoridade é imposta por meio de atitudes agressivas ou violentas”, completa.

Segundo Aramis, a única maneira de combater esse tipo de prática é a cooperação por parte de todos os envolvidos: professores, funcionários, alunos e pais: “Todos devem estar de acordo com o compromisso de que o bullying não será mais tolerado. As estratégias utilizadas devem ser definidas em cada escola, observando-se suas características e as de sua população. O incentivo ao protagonismo dos alunos, permitindo sua participação nas decisões e no desenvolvimento do projeto, é uma garantia ainda maior de sucesso. Não há, geralmente, necessidade de atuação de profissionais especializados; a própria comunidade escolar pode identificar seus problemas e apontar as melhores soluções”. Para o médico, a receita é promover um ambiente escolar seguro e sadio, onde haja amizade, solidariedade e respeito às características individuais de cada um de seus alunos. “Enfim, é fundamental que se construa uma escola que não se restrinja a ensinar apenas o conteúdo programático, mas também onde se eduquem as crianças e adolescentes para a prática de uma cidadania justa”, finaliza.

Termino comentando sobre o momento de discursão e esclarecimento de hoje, no nosso Quadro “Sopa de Letrinhas”, do Programa Toque Feminino, com Valéria Magalhães da Rádio Catedral (FM 102,3) com a incrível participação da Psicóloga Ana Stuart, espero que todos tenham conquistado uma [cons]ciência do assunto.

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BULLYING: mais reflexões

“Quem agride, quer que o seu alvo se sinta infeliz como na verdade ele é. É provável que o agressor também tenha sido humilhado um dia, descarregando no mais frágil a sua própria frustração e impotência.” Maluh Duprat

Hoje, com a semana no início, quero começar escrevendo mais um pouquinho sobre bullying, na tentativa de despertar em mais pessoas a vontade de ajudar a vencer essa prática e de abrir os olhos de quem ainda não percebe quando se vê com o problema a sua volta. Apesar da descrição simples – uma discriminação, feita por alguns cidadãos contra uma única pessoa – não se trata de mero probleminha. Bulling pode ser um mal que se carregará durante um período da vida muitíssimo grande.

Quando alguém diz que você está gorda, uma baleia, que seu cabelo está feio, você irá rapidamente ao espelho para conferir ou se arrumar. Agora, pense bem: imagine duas, três, dez pessoas, todo o dia, todo o tempo, falando mal do seu cabelo, de seu corpo e diversas outras coisas que você não tem culpa por ter ou não. Isso seria insuportável e os causadores, infelizmente, tratados por alguns como heróis.

Esses agressores criam apelidos como “baleia”, “quatro olhos”, “vareta”, “mongol” e muitos outros. Também usam de atitudes como chutes, empurrões e puxões de cabelo com alunos dedicados, que geralmente sofrem  represalias por parte de alguns “colegas”. Em geral, não por características físicas mas pelas intelectuais. São comportamentos típicos de alunos em sala de aula. Brincadeiras próprias da idade? Não. São atos agressivos, intencionais e repetitivos, que ocorrem sem motivação evidente e que caracterizam o chamado fenômeno bullying.

O que tem me assustado muito é o resultado de estudos mundiais revelando que, de 5% a 35% dos alunos estão envolvidos nesse tipo de comportamento. Mais assustador ainda, são os números em nosso país, quando alguns estudos demonstram que esses índices chegam a 49%. O fenômeno acontece nos seus diversos aspectos: escolar, familiar, social, cultural, ético, legal e saúde.

Com os avanços da tecnologia, esse constrangimento saiu das escolas (onde era um lugar comum) e ganhou força na internet.  A nova prática recebeu o nome de “Cyberbulling” e se apossou dos blogs, Orkut, Msn, etc. O agressor nesse caso, muitas vezes escondido atrás de um apelido, dissemina sua raiva e felicidade enviando mensagens ofensivas a outras pessoas. Em muitos casos, ele exibe fotos comprometedoras, altera o perfil das vítimas e incita terceiros a reforçar o ataque. O único propósito é a humilhação da vítima e isolamento daquele que é considerado mais fraco ou diferente.

Não é interessante responder às provocações, pois é exatamente isso que ele quer. Não se deve manter segredo da ofensa, intimidando-se.  A vítima deve refletir e se questionar sobre os próprios complexos, aprendendo a lidar com eles. Buscar ajuda na família e nos profissionais da escola (ou do local onde a prática está acontecendo) pode fazer toda a diferença.

Pra terminar, cabe lembrar que bulling não é nada bom. Se você conhece alguém que sofre com isso, ajude-o. Pois você se beneficiará com uma nova amizade, além de ajudar o próximo.

NÃO PERCAM!  Amanhã, 12 de abril, às 12h30, no Programa da Valéria Magalhães – Toque Feminino, Quadro Sopa de Letrinhas – falaremos novamente sobre Bullying. (Rádio Catedral FM 102,3)

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BULLYING: introdução

Mais uma sexta-feira chegou!

O tempinho tá passando muito rápido ou é impressão minha?

E, nesses últimos velozes dias, não paro de pensar e me preocupar com o tirano uso da ação baseada na força e no poder: bullying!

Como é bom poder ver revelado  algo tão cruel, que tantas pessoas passaram e passam, e que, agora, é discutido, apresentado e posto à mesa para resolver e por um fim!

O caráter oculto (pelo fato das vítimas não terem coragem suficiente para uma possível denúncia) parece estar com os dias contados.

É muito importante porém, apresentar à todos a definição real dessa agressão, evitando que sejamos vítimas de bullying sem saber. Evitamos, também, agirmos de forma cruel, rotulando outras situações rotineiras de bullying (quando na verdade não é) por não termos a real noção do que se trata.

Sendo uma simples e preocupada educadora, leitora de tudo que possa acrescentar nossa prática escolar, receio muito pela banalização da expressão “bullying”, sendo usada de forma equivocada, pela angústia da falta de respeito e atenção às vítimas e aos agressores (que também são indivíduos implorando por auxílio psicológico, cheios de problemas sociais, familiares, etc.), resolvi colocar aqui, em meu blog, algumas informações que podem ajudar os interessados em conhecer o assunto.

Quem souber de algum material interessante e quiser me enviar, coloco aqui também, com as devidas referências aos autores.

IMPORTANTE: Na última terça-feira (05 de abril), no Programa da Valéria Magalhães – Toque Feminino, Quadro Sopa de Letrinhas – falamos sobre Bullying (Rádio Catedral FM 102,3) . Continuaremos na próxima semana (12 de abril), desta vez, com a presença de uma Psicóloga!!! Não percam!!!!

O que é bullying?

Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.

O que não é bullying?

Discussões ou brigas pontuais não são bullying. Conflitos entre professor e aluno ou aluno e gestor também não são considerados bullying. Para que seja bullying, é necessário que a agressão ocorra entre pares (colegas de classe ou de trabalho, por exemplo). Todo bullying é uma agressão, mas nem toda a agressão é classificada como bullying. 

Para Telma Vinha, doutora em Psicologia Educacional e professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), para ser dada como bullying, a agressão física ou moral deve apresentar quatro características: a intenção do autor em ferir o alvo, a repetição da agressão, a presença de um público espectador e a concordância do alvo com relação à ofensa. ”Quando o alvo supera o motivo da agressão, ele reage ou ignora, desmotivando a ação do autor”, explica a especialista.

Como identificar o alvo do bullying?

O alvo costuma ser uma criança com baixa autoestima e retraída tanto na escola quanto no lar. ”Por essas características, é difícil esse jovem conseguir reagir”, afirma o pediatra Lauro Monteiro Filho. Aí é que entra a questão da repetição no bullying, pois se o aluno procura ajuda, a tendência é que a provocação cesse.

Além dos traços psicológicos, os alvos desse tipo de violência costumam apresentar particularidades físicas. As agressões podem ainda abordar aspectos culturais, étnicos e religiosos.

O que é bullying virtual ou cyberbullying?

É o bullying que ocorre em meios eletrônicos, com  mensagens difamatórias ou ameaçadoras circulando por e-mails, sites, blogs (os diários virtuais), redes sociais e celulares. É quase uma extensão do que dizem e fazem na escola, mas com o agravante de que as pessoas envolvidas não estão cara a cara.

Dessa forma, o anonimato pode aumentar a crueldade dos comentários e das ameaças e os efeitos podem ser tão graves ou piores. “O autor, assim como o alvo, tem dificuldade de sair de seu papel e retomar valores esquecidos ou formar novos”, explica Luciene Tognetta, doutora em Psicologia Escolar e pesquisadora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinhas (Unicamp).

Quero aproveitar e contar que conheci essa semana o Espaço Educacional Lápis de Cor (Colégio Estrutura).

A Cida e a Adelaide são uns amores, amei tudo por lá, inclusive algumas mães que conheci!!!!

Olhem que coisinhas mais fofas!!!!!!!

 

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