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Escolha de Profissões

Dia 06 de novembro foi um dia muito importante para mim. Participei do Programa Panorama Entrevista.

Falamos sobre as escolhas de profissões, estágios e cursos universitários. Nivaldo Alvarenga (Publicitário) e Victor Paradela (Prof. da UFJF) foram meus companheiros no programa apresentado pelo ótimo Jornalista Ricardo Ribeiro, na Panorama (afiliada da Globo).

Eu, Nivaldo Alvarenga e Ricardo Ribeiro no estúdio da Panorama (Juiz de Fora/MG)

O caminho para a escolha da profissão é o autoconhecimento

Como deve ser a participação dos pais na hora da escolha da profissão?

A primeira coisa que os pais devem fazer é passar para o adolescente o que ele gostava de fazer quando era criança, porque dá uma ideia para ele de quem ele é.  A participação dos pais nesse sentido é muito importante porque eles acompanharam o desenvolvimento da criança. Os pais não devem tentar influenciar na escolha. Essa influência se traduz em jovens que ficam um ano na faculdade em cursos que o pai ou a mãe queriam e, depois, não aguentam a frustração e saem.

Até que ponto essas pesquisas de carreira em ascensão ajudam na escolha do adolescente?

Se o adolescente tem maturidade e autoestima boa, elas são ótimas, pois elas informam onde é que vai precisar de mão de obra em um curto espaço de tempo. Contudo, se o adolescente não souber do que ele gosta e não tiver autoestima boa, essas pesquisas são muito ruins, pois o que é mais importante é o autoconhecimento para a escolha de carreira e não saber quais cargos estão em ascensão.

Como conciliar o desejo de ganhar dinheiro e a escolha da profissão?

Se eu gosto do que eu faço, posso vender brigadeiro, que eu vou ganhar dinheiro. Agora se a pessoa gostar só de dinheiro, ela tem que ir para a carreira que lhe dê mais dinheiro.

Tem muitas pessoas que tem o objetivo de acumular riquezas, se esse for o objetivo do jovem, não importando o que ele quer fazer, ele vai ser feliz acumulando riqueza. Mas se não for esse o objetivo, ele não pode se basear nisso, pois se eu não gosto de engenharia e vou fazer o curso porque dá dinheiro eu não vou conseguir obter sucesso na profissão.

Contribuiu: Flávia Carneiro

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Escolha da graduação é um dilema para grande parte dos estudantes

Estou com nova matéria no site Ecaderno desde o dia 06 de setembro. o link é http://www.ecaderno.com/pre-universitario/noticias/4173/escolha-da-graduacao-e-um-dilema-para-grande-parte-dos-estudantes.html.

Para quem quiser, segue o texto na íntegra abaixo:

No Brasil, cerca de 20% dos jovens desistem da primeira graduação. A Psicopedagoga Clara Duarte dá dicas para diminuir a chance do erro.

As inscrições para o Vestibular e PISM da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) estão abertas. Os futuros calouros têm até às 15h do dia 19 de outubro para marcar qual carreira querem seguir. No entanto, segundo especialistas, de cada três vestibulandos, dois não sabem ao certo o que querem fazer.

Para quem já fez a opção e já se inscreveu, é só ter tranquilidade nos primeiros períodos, quando os conteúdos são gerais e podem colocar em dúvida a opção escolhida, afirma Clara.

É uma decisão difícil, que irá definir o futuro profissional de cada um. As opções são muitas. Só na UFJF, por exemplo, são quase 40 cursos diferentes oferecidos e, na hora de marcar a graduação, muitos começam a refletir sobre a escolha. De acordo com a psicopedagoga Clara Duarte, que orienta adolescentes vestibulandos há 12 anos, os estudantes devem unir os pensamentos, refletindo sobre o que satisfaz os seus desejos pessoais e o que os realiza profissionalmente. Basicamente, tudo deve ser levado em consideração: vocação, remuneração e mercado de trabalho.  Os vestibulandos devem procurar saber sobre a prática do profissional, como ele irá atuar no mercado.

Outro passo importante é conversar muito. Ir atrás de profissionais atuantes no mercado, amigos, parentes e professores. O recomendável é obter o máximo possível de informações confiáveis sobre o curso. “Além das conversas, é interessante buscar perfil de profissões em sites da internet”, afirma Clara Duarte. Existem várias fontes de informações como guias, revistas e manuais de profissões. Aqui no Ecaderno, por exemplo, nós temos uma seção exclusivamente destinada às carreiras. O importante é pesquisar! Clara Duarte afirma que depois desta busca, vale ir atrás da orientação profissional. “Os vestibulandos devem procurar ajuda de profissionais que atuem com testes vocacionais”, conta.   

Seguindo todos esses passos, as chances de errar na escolha do curso são menores. No Brasil, cerca de 20% dos jovens desistem da primeira graduação. Os cursinhos preparatórios estão lotados de pessoas que já experimentaram a alegria de terem sido aprovados no vestibular, mas desistiram. Isso comprova que a chance do erro existe, mesmo tendo pensado e refletido com cuidado. A psicopedagoga Clara afirma que a troca de curso não é o fim do mundo, e que não é preciso desesperar. No entanto, é preciso ter certeza sobre essa decisão. “Para quem já fez a opção e já se inscreveu, é só ter tranquilidade nos primeiros períodos, quando os conteúdos são gerais e podem colocar em dúvida a opção escolhida. Entretanto, se durante o percurso não se sentirem adaptados, nunca é tarde para mudar”.

Obrigada, Rafaela!

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Revista Ecaderno 3ª edição

 

Amigas e amigos, hoje eu li a 3ª edição da Revista Ecaderno, que já saiu do forno e circula por toda a cidade de Juiz de Fora com o conteúdo ainda mais dinâmico, jovem e interessante, feito especialmente para você.

O mundo profissional e acadêmico da nossa cidade e região e todas as suas potencialidades podem ser descobertos página por página, através de matérias especiais, entrevistas, artigos e debates sobre os mais variados temas.

Você poderá conhecer, por exemplo, minha opinião sobre o trabalho de professores de cursinhos e suas irreverentes metodologias de ensino na matéria da Rafaela Borges ‘Meu professor é o cara!’. No momento em que os estudantes podem estar tão frágeis e inseguros,  alguém que possa mostrar para eles que conseguir aquilo que deseja é possível e que ainda vai ajudá-los nesta tarefa, tornando o caminho mais fácil, é fundamental!

Também vai ficar por dentro do que passa na cabeça dos jovens da nova “Geração Z” e sua íntima relação com a tecnologia. A seção Debate esquenta o clima e te mostra quem é a favor e quem é contra ao uso do Enem nos processos seletivos de vestibulares na cidade. O artigo sobre Linguística, do professor e comunicador Wedencley Alves, é uma boa pedida para a galera que se liga nas gírias!

No âmbito universitário, a Internacionalização do Ensino na UFJF pretende levar Juiz de Fora para o mundo. As comemorações do “Ano Internacional da Química” se transformam em uma reportagem especial que traz a história deste curso tão importante até a atualidade de nossas vivências cotidianas. Além disso, grandes invenções produzidas nas universidades da cidade são expostas para toda a população conhecer um pouco mais sobre suas utilidades. Recomendamos o artigo do reitor da UFJF, Henrique Duque, sobre os desafios da educação superior na região.

Os profissionais de Juiz de Fora terão muito o que comemorar com a reportagem sobre os investimentos que grandes empresas do país pretendem fazer na cidade. Vão te contar tudo o que o mercado da região espera de você, além de dicas quentíssimas sobre como se preparar para essa demanda. O Ecaderno também viajou até Barbacena para mostrar de perto toda a eficiência do Hotel-Escola Grogotó na capacitação para o mercado de Hotelaria. E você vai conhecer, ainda, profissionais da cidade que tentaram a vida no exterior e se deram bem. 

O mundo dos concurseiros não podia ficar de fora. Encontre seu caminho diante da matéria sobre o peso da estabilidade nos concursos públicos, com dicas do consultor de carreiras Dorival Pinotti. Além disso, o Ecaderno mergulhou no mundo do Exame de Ordem para mostrar para você todas as peculiaridades de uma das provas com maior índice de reprovação do país. O advogado e expert em concursos públicos na cidade, Valério Ribeiro, fala em seu artigo sobre a sorte nos concursos.

A revista na versão virtual você encontra aqui: http://www.youblisher.com/p/142475-Revista-Ecaderno-3/

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PROFISSÃO: a difícil tarefa de escolher qual seguir

Olá!

Recebi no colégio, semana passada, a visita de Suzi Ewald. Ela está terminando o curso de Comunicação Social da UFJF e veio conversar comigo sobre as escolhas de profissões.

Na última segunda-feira (09/05) nosso bate-papo foi incluído na matéria que Suzi postou no ‘JF em Pauta’ (Produção laboratorial em Jornalismo Hipermídia da UFJF). Gostei muito do texto e vou reproduzi-lo aqui. Antes, porém, o crédito justo aos coordenadores da produção: Profa. MS Diana Paula de Souza e Prof. Dr. Bruno Fuser.

“Eles têm entre 17 e 18 anos de idade e, na maioria das vezes, se sentem confusos e indecisos. Esse é o perfil dos alunos que estão se preparando para prestar o vestibular pela primeira vez. Além da preocupação de estudar, e muito, para conseguir uma das vagas oferecidas pelas melhores universidades, o medo de errar na hora da escolha do curso certo causa ainda mais frustrações e angústias. Para que nenhum esforço seja feito em vão durante todo o processo de transição do ensino médio para a vida acadêmica, os passos dados devem ser cautelosos, a fim de conciliar todas as barreiras existentes, porém necessárias, para o ingresso em uma vida de sucesso futuro.

Diante da proximidade da chegada das inscrições nos vestibulares, um turbilhão de dúvidas vai surgindo. As dificuldades aumentam, se as questões não forem avaliadas com calma. Todo esse processo, segundo especialistas, é visto de um modo produtivo, pois no final do percurso os jovens se conhecem mais e ficam mais seguros da escolha que fizeram. Analisar os cursos oferecidos, avaliar as oportunidades de mercado, entender qual é a verdadeira função das profissões, sem se esquecer de notar os prós e os contras, são fatores imprescindíveis para que o jovem não caia em uma canoa furada.

Além das buscas por informações sobre o que cada curso pode oferecer profissionalmente, é necessário que todos os candidatos estejam cientes de que, depois de ingressarem na faculdade, as dificuldades ainda poderão existir. Não é descartável a possibilidade de mudanças que resultarão em novos caminhos, até então desconhecidos. Portanto, a escolha da profissão é considerada, em alguns casos, somente a primeira etapa de sua vida profissional.

Outra opção para facilitar a escolha da futura carreira é a busca pelas orientações vocacionais, que algumas vezes são oferecidas por empresas especializadas, e outras por escolas e cursinhos, como é o exemplo do Colégio e Curso Apogeu, em Juiz de Fora. A unidade tem um programa de orientação direcionado para alunos que vão prestar vestibular, seriado ou não. A orientação é feita através do acompanhamento da psicopedagoga do colégio, Clara Lucia Duarte. O trabalho é divido em etapas, pois a psicopedagoga acredita ser um processo muito mais eficiente do que avaliar o aluno simplesmente com o teste vocacional.

 A psicopedagoga Clara Lucia Duarte, do Colégio Apogeu, auxilia os alunos na escolha da profissão, a partir de um processo diferenciado de orientação vocacional.

 

Na primeira etapa, Clara elabora um questionário no qual o resultado demonstra o temperamento e a personalidade de cada aluno. Ainda nesta fase, já são excluídos alguns cursos, uma vez que não seria eficiente direcionar, por exemplo, um estudante tímido para uma profissão que exige facilidade de expressão e nenhuma inibição. A personalidade do jovem é um bom indício para diminuir o leque de possibilidades que são oferecidas pelas universidades, explica a profissional. O segundo estágio consiste em entrevistas individuais com os candidatos para direcioná-los para a área de saúde, exatas ou humanas. Então, são apresentadas as profissões que estão inseridas em cada área.. Quando o aluno chega a uma conclusão, a orientadora pede para que o jovem faça um estudo geral do curso. “Os alunos estão em fase de auto-conhecimento, sendo mais fácil demonstrar para eles quais são os cursos que criam um laço com sua personalidade. Já nesta fase eles até se surpreendem por terem características que se identificam muito com a conclusão que chegamos”, explica a psicopedagoga. Clara ainda ressalta a existência de alguns fatores dificultadores para a escolha do curso. “Nós temos um grupo que escolhe a profissão pela maior probabilidade de obter sucesso profissional, que não se importam muito com o prazer de se fazer o que gosta. Temos o grupo que faz vestibular seriado e a partir do resultado dos dois primeiros anos escolhe um curso que está dentro das possibilidades de ser aprovado. E, ainda, o grupo que acredita que o mercado está saturado e não quer entrar nesse mercado competitivo, temendo o risco”. Para quem se enquadra no último exemplo, Clara insiste que o trabalho bem realizado ultrapassa a saturação do mercado e conquista a confiança de seu público, e que os indícios de excesso de mão de obra não devem ser um fator preocupante. Aline Dias, 17 anos, exemplifica bem este último caso. “Sei que hoje existem muitas pessoas formando em Direito, mas esse curso foi o que eu sempre quis fazer, por ter em casa um exemplo de advogado. Eu não me importo com o mercado: sei que serei uma ótima profissional”, conta a estudante que fará o vestibular no final do ano e está super confiante.

Por fim, é necessário que os jovens tenham a certeza de que uma boa profissão também terá seus dias ruins e é preciso estar preparado para enfrentá-los, sem desanimar. Também não é somente uma boa faculdade que o deixará livre do desemprego. A carreira bem-sucedida é o resultado da afinidade com a profissão somada ao trabalho feito com prazer, destaca Clara Lucia.”

 

Suzi, parabéns pelo trabalho e obrigada pelo carinho!

 

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I – MATÉRIAS: O que vou ser quando crescer? (1/3)

Quando começamos a pensar sobre o início de nossa carreira profissional, comumente nos deparamos com a disposição para enfrentar os desafios do dia-a-dia, mas, também, com a falta de referência sobre os passos a seguir. Isso é facilmente constatado quando observarmos o considerável número de recém-formados com dificuldades para ingressar no mercado de trabalho.

Analfabetismo Profissional

Segundo Mario Persona (escritor e professor de comunicação e marketing) “o analfabetismo profissional é a incapacidade de ‘ler’ o que o mercado realmente deseja e de ‘escrever’ soluções vendáveis para empresas e clientes”. Se, por um lado, existe esse iletrado profissional, existe, também, uma falsa sensação de que um curso superior ou de pós-graduação seja suficiente para preparar um profissional para o mercado. Esse analfabeto não é apenas aquele a quem faltam as qualificações necessárias para atuar no mercado, mas é também quem não consegue aplicar aquilo que aprendeu dentro dos novos contextos e realidades. O conhecimento e a aplicação mudam o tempo todo, sendo necessário sempre se adequar. O que uma faculdade ensina é o conhecimento de hoje, mas o profissional que sai dela deve estar preparado para atuar no mercado amanhã, o que exige um aprendizado contínuo.

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O que vou ser quando crescer? (2/3)

Acerte no alvo

Para acertarmos nosso planejamento precisamos de autoconhecimento. Só faz sentido planejar se soubermos aonde queremos chegar. Esse objetivo não precisa ser exato, mas todo profissional tem de ter uma visão, um objetivo de vida na profissão. Essa visão ou esse objetivo deve ser definido com base em seus valores, sua personalidade e sua ambição. Depois do autoconhecimento, devemos entender quais são as ferramentas que levam à concretização desse objetivo. O erro mais comum é acreditar que apenas a escolaridade e idiomas são ingredientes importantes nessa receita. Devemos levar em conta outros fatores como:
Rede de relacionamentos: Cultive e desenvolva uma rede de relacionamentos compatível com o mercado ou área de atuação. Ninguém consegue conhecer todo mundo do mercado e nem sobreviver sem uma rede ativa. Portanto, planeje e foque seus esforços em relacionamentos que contribuirão com informações, dicas e, quem sabe, indicações.
Projetos: Busque assumir projetos que lhe permitam desenvolver competências que serão importantes no futuro ou mesmo que sejam essenciais para posições que você almeja assumir. Por exemplo: projetos que permitam desenvolver visão estratégica ou que lhe ofereçam alguma exposição internacional.
Competências: Tenha clareza de quais são as competências que se deve desenvolver para que esteja preparado para assumir novas posições.
Exposição no mercado: Possua relacionamento e seja conhecido no segmento de mercado que lhe interessa. Não adianta ter as melhores qualificações se ninguém as conhece. Defina qual o mercado ou segmento de mercado que é o seu foco e busque formas de adquirir exposição, seja através de networking ou mesmo da mídia especializada.
Marketing pessoal: Entenda que você, mesmo sendo empregado de uma empresa, está oferecendo um serviço em troca de uma remuneração. Você precisa mostrar que seu serviço está atingindo os resultados ou que está muito além dos resultados esperados. Seu cliente atual (empresa onde trabalha) e seus clientes em potencial (outras empresas de seu interesse) precisam conhecer seus diferenciais.
Vida pessoal: Não adianta colocar toda sua energia e tempo apenas na vida profissional. Mais do que um projeto profissional, todos temos que ter um projeto de vida maior, que inclua família, lazer, trabalho voluntário, hobbies, etc. Estes outros interesses garantem que você consiga se reenergizar, viver com menos stress e se preparar para uma segunda ou terceira carreira ao longo da vida.

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O que vou ser quando crescer? (3/3)

O foco

As pessoas, ao longo de sua vida profissional, tendem a perder o foco ou a se acomodar. Quando se tem o plano bem feito, ele funciona como um calendário, sempre sinalizando que a hora da nova etapa começou ou está para começar. Assim, com as estratégias corretas e fazendo reavaliações de suas metas, você poderá chegar cada vez mais longe. Para encerrar, devemos ter em mente que não dar importância ao planejamento, demorar em sua elaboração ou adiar sua implementação é como “dar um tiro no pé” e, que, cada um deve fazer seu próprio planejamento de carreira. Não existem planos iguais, pois mais do que um plano de carreira, eles são projetos de vida, eles são a materialização de nossos sonhos, dos nossos desejos de infância e adolescência.

13.12.2010

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