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Em Juiz de Fora/MG aluno quebra dedo de professora

Hoje, no 1º caderno do Jornal Tribuna de Minas, uma matéria assusta a comunidade escolar. Um aluno de 10 anos agrediu sua professora e quebrou o dedo dela. Veja texto na íntegra:

Um estudante de 10 anos teria agredido uma professora e quebrado o dedo dela dentro da sala de aula, na Escola Estadual Padre Frederico, no Bairro Bonfim, na Zona Leste. A agressão teria acontecido na tarde de ontem, no horário do recreio. De acordo com a direção da escola, a docente, 44, percebeu que o menino estava debaixo de uma mesa e o orientou a descer para o intervalo. Ainda segundo a direção, sem explicação aparente, o aluno torceu o dedo da docente e deu um chute na professora. Ela precisou ser medicada no Hospital de Pronto Socorro (HPS), onde foi constatada a fratura. A mulher foi medicada e liberada, e, segundo a direção da escola, a educadora demonstrou vontade de retomar normalmente as aulas ainda hoje.

A Polícia Militar chegou a ser chamada para registrar a ocorrência, e o fato ainda foi comunicado ao Conselho Tutelar. Já a criança foi entregue à mãe, que também compareceu à escola. Conforme o diretor da instituição, Leonardo Ferreira da Silva, foi marcada para hoje uma reunião entre o Conselho e os responsáveis pelo estudante para discutir o assunto. Após o encontro, a direção vai se posicionar sobre o que será feito no caso.

 

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Não seja mediano nem medíocre

 

Bom dia! Um lindo dia de sexta-feira para todos!

Como é mágico esse dia!!!

Pois achei mágico também o texto de André Moragas, Jornalista e Prof. da ESPM. Vale ler e refletir. Penso algumas coisas como o André. Seu texto reforçou algumas ideias minhas. Não gosto de ouvir pessoas fracassadas usando ditados populares como desculpas e justificativas tolas para esconder a verdade de suas vidas. Esse negócio de “dinheiro não é o mais importante” é pra quem não tem competência para se organizar e tê-lo. Conheço muitas pessoas bem equilibradas na vida financeira que nada têm de gananciosas como dizem aqueles que, infelizmente, não conseguem se estruturar e culpam o mundo capitalista por suas incompetências. Sugiro que esses, ganhem bastante dinheiro e, por não precisarem do vil metal, utilizem tudo em prol dos que precisam e foram incapazes de conquistar por falta de oportunidade, base familiar ou qualquer outro problema. Após meu desabafo, e voltando ao texto do Moragas, espero que gostem! Aproveitem: o texto e o final de semana!

 
Somos criados para sermos medíocres e só os que conseguem ultrapassar a barreira do mediano, que nos é imposta desde pequenos, são os que atingem um lugar de destaque na vida profissional e um lugar admirável ao sol. O conceito pode parecer um pouco duro, mas a cada dia, estou mais certo de que é verdadeiro. E não são poucos os exemplos que recolhi ao longo da vida para comprovar essa tese, que, deixo claro desde já, não é baseada em nenhuma pesquisa ou estudo científico, mas em percepções, vivência e uma observação crítica constante das pessoas e seus comportamentos (uma paixão que desenvolvi ao longo da vida. Não foi à toa que escolhi o jornalismo como profissão). 

E sobre esse assunto podia discorrer sobre vários exemplos. Desde como somos tolhidos nas escolas até a relação com nossos pais ao longo da infância e adolescência. Mas prefiro, neste momento, me basear nos exemplos do senso comum. Considero que sejam os mais fortes. E, sem que percebamos, tornam-se preponderantes na nossa vida adulta, sem que nos demos conta. A dita “sabedoria popular”, expressa em diversos ditados que ouvimos desde pequenos, pode ser considerada qualquer coisa, menos sabedoria. No entanto, infelizmente, ela é repetida de geração em geração até que entremos na vida adulta e nos demos conta de que a “sabedoria popular” nos limita, nos reprime e não permite que sejamos autênticos, corajosos e desbravadores. É claro que alguns conseguem furar o bloqueio. Para estes, estarão sempre reservados os melhores lugares ao sol.

Pois bem, até aqui você deve estar se perguntando: “o que foi que o André fumou hoje?”. Então, antes que você pule para outro blog, vamos aos exemplos práticos do que estou falando: Os ditos populares. Quem aqui nunca ouviu os ditados abaixo e até hoje não repete alguns deles para seus filhos, para seus subordinados e até para seus amigos? Então, para cada um deles eu faço um breve comentário de como pode afetar a nossa vida hoje, dentro ou fora das empresas. Vamos lá:

Mais vale um pássaro na mão do que dois voando – esse talvez seja o lema da bandeira dos que acreditam na mediocracia (e não na meritocracia). Ele berra nos seus ouvidos: “Não arrisque, fique com o que é seguro. Não vale a pena se destacar, seja mediano e passe com a média 5”. Ou seja, ele faz com que as pessoas se contentem com o pouco. E não falo aqui só de bens. Os que gostam deste ditado se contentam com um emprego médio, com um casamento mais ou menos, com uma vida sem sal, mas segura. Pois bem, na minha vida, em qualquer situação, eu sempre mirei nos dois pássaros voando.

O bom é inimigo do ótimo – esse tem um problema, pois realmente parece que é um bom conselho. Ledo engano. Ele coloca o bom como antagônico ao ótimo, quando, na verdade, é um caminho a seguir e não uma escolha. Ou seja, ele limita a evolução natural de algo bom para uma coisa ótima. Então, não me venha com essa. Se está bom hoje, pode estar ótimo amanhã, sem que isso gere inimizade entra os dois conceitos.

Devagar se vai longe – Outro ditado travestido de bom conselho. Os mais incautos leem que deve se ter perseverança. Errado, ele dita a sua velocidade na vida, sempre lenta. Até o dia em que você descobre que andou devagar demais e só ultrapassou alguns metros. O problema é que você só percebe isso no final, quando não dá mais tempo de correr. Mas, meu amigo, a vida é uma só e não tem reprise como o “Vale a Pena Ver de Novo”.

A pressa é inimiga da perfeição – Diz quase o mesmo que o anterior, e te o mesmo objetivo: limitar a sua velocidade na vida. Por que uma coisa feita rápida não pode ser perfeita? Ah, dirão alguns, é impossível atentar para os detalhes se você faz as coisas correndo. Mas quem disse que fazer com pressa é sinônimo de fazer correndo? Calma, eu não voltei ao fumo anterior. A pressa pode ser ditada pela velocidade com a qual você faz alguma coisa ou implanta um projeto. Isso não quer dizer que você não planejou antes de executar. Fazer correndo sim, implica em pular a parte importante do planejamento.

Apressado come cru – Como vocês podem perceber, eles não querem mesmo que você saia da sua velocidade de 10 km/h. Então, ok, eu adoro comida japonesa. Não me importo de comer cru. Como já disse o cantor Lobão, “prefiro viver dez anos a mil do que mil anos a dez”. É claro que esse é o outro extremo, quem sabe não dá pra viver 500 anos a 500 km/h.

Quem espera sempre alcança – Então tá, continua esperando aí que eu vou à luta. Nada na minha vida veio fácil e, talvez por isso, nunca fiquei sentado na praça esperando cair no meu colo. Corri atrás. Faça isso também. Não espere que os outros te entreguem de bandeja, fabrique a bandeja.

Quanto maior a altura, maior o tombo – Esse limita o seu sonho. Não sonhe alto, ele diz, você pode se emborrachar no chão. Fique ali, no meio da multidão, sendo mediano, sem ser percebido. Não tente voar, voar é para os pássaros. Não tente nadar, nadar é para os peixes. Ande somente, se possível a 10 cm de altura e a 5 km/h.

Não se pode remar contra a maré – Imagina se Gandhi e Max Luther King tivessem acreditado nisso. Esse é o maior segredo da vida. Conteste, seja crítico, tenha a sua opinião. Não deixe que os outros a tenham por você. Tem uma frase que adoro que diz: “o mercado odeia vácuo. Se você não se posiciona, alguém te posiciona”. Pois, então, escolha a sua batalha e lute contra a maré, não se deixe levar pelas ondas. Como diria um amigo: “camarão que dorme na areia a onda leva”.

Pato novo não dá mergulho fundo – Esse eu já comentei aqui em um outro texto. O problema é que ele não é dito apenas na infância, mas repetido insistentemente nos corredores das empresas, principalmente para os estagiários. Sempre tentando colocar uma laje na sua capacidade. Arrisque-se, dê o seu mergulho fundo. Não seja raso.

O bom cabrito não berra – Esse é pra continuar na linha dos bichos. E afirma categoricamente que, para você ser considerado bom, não deve reclamar. Mesmo que te lacem os pés, te cortem a lã e te deixem morrendo de frio nas geleiras do mundo corporativo. Fique quieto, não reclame, aceite tudo e abaixe a cabeça. Minha amiga Mata Hari diria: é ruim hein!!!! Vou berrar até ficarem surdos…. mmméééééééé”.

Os últimos serão os primeiros – Esse certamente foi dito por alguém que nunca conseguia chegar entre os primeiros (no mesmo estilo da frase proferida pelo careca de que “são dos carecas que elas gostam mais”). Nunca alguém acostumado a vencer, a lutar a conquistar seu espaço diria uma barbaridade dessas. Vamos combinar que os últimos serão sempre os últimos. No máximo os penúltimos. Então corra para estar no pódio, pois ele só tem três lugares e a melhor vista é a de quem fica em cima.

Se melhorar estraga – Na boa, como pode alguma coisa melhorar ao ponto de estragar. Esse é um conceito que eu nunca consegui entender. Esse tipo de ditado só me leva a acreditar que as pessoas tem muito medo de serem felizes. Pois sendo felizes tem mais coisas a perder do que sendo infelizes. E o medo de perder consegue ser maior do que o prazer que a felicidade proporciona. Meu amigo, curta o momento. A felicidade é feita de vários momentos e nada é eterno. Então, não deixe que a preocupação em perder impeça que o momento feliz seja aproveitado.

Ah, e tem também as cantigas de ninar, que, quase como os ditados, nos fazem ouvir e repetir os mesmos conselhos de “não arrisque”, “não corra”, “não brigue pelo que você acredita”, “tenha medo do confronto”. Só para citar duas clássicas temos o famoso: “Cai, cai, balão / Cai, cai balão / aqui na minha mão. Não vou lá, não vou lá, não vou lá / tenho medo de apanhar”; “Boi, boi, boi… / Boi da cara preta / pega essa criança que tem medo de careta”. Imagina você crescendo ouvindo isso, com medo de cara feia e de arriscar pegar o balão que, meu amigo, nunca vai cair na sua mão, não importa o quanto você cante para ele.

A notícia boa é que para todo veneno existe um antídoto. Pois são eles que eu repito para mim e para minha equipe todos os dias: “só quebra prato quem lava louça”, “quem não arrisca, não petisca” e “é melhor pedir perdão do que permissão”.

Então, arrisque, corra, lute, não abaixe a cabeça, grite, liberte-se e tenha a certeza de que seu lugar ao sol estará garantido.

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Lei de combate à violência nas escolas será avaliada

Procuradoria analisa ação direta de inconstitucionalidade antes de regulamentação
 

Hoje, Pablo Cordeiro do Tribuna de Minas, preparou ótimo texto tratando do projeto que cria o sistema de informações sobre violência nas escolas. O projeto foi promulgado nesta terça-feira na Câmara dos Vereadores. A ideia é mapear as ocorrências e traçar diagnósticos com o intuito de reforçar ações sociais, adaptar o corpo docente e criar projetos de caráter pedagógico. Segundo o autor do projeto, vereador José Sóter de Figueirôa (PMDB), a matéria tramita há dez meses na Câmara e, com a promulgação, agora é lei. No entanto, de acordo com informações da assessoria da Prefeitura, a Procuradoria Geral do Município está avaliando impetrar uma possível ação direta de inconstitucionalidade (Adin) ao projeto, antes de sua regulamentação.

Cordeiro comenta que essa decisão deve ser divulgada nos próximos dias. Mesmo que a lei já esteja em vigor, a regulamentação é necessária para definir como o projeto irá funcionar, os prazos e penalidades, caso haja. Segundo Figueirôa, as ocorrências envolvendo violência nas unidades de ensino serão repassadas para a Secretaria de Educação, a fim de que se possam ser definidas as causas, onde ocorrem e apontar soluções para o problema. De acordo com a assessoria da PJF, a secretaria de Educação irá aguardar essa regulamentação para definir as metas.

O vereador relembra que, no período em que o projeto esteve tramitando, aconteceu a tragédia em Realengo, no Rio de Janeiro, e casos na cidade, como o do estudante de 16 anos que morreu após ser esfaqueado da Escola Estadual Estevão de Oliveira, em março. “Não se pode fazer da escola uma fortaleza. Tem que haver uma integração com a comunidade e a família”, destaca, ressaltando a importância de ações de cunho social, cultural e esportivas. Na primeira vez que o projeto foi enviado à Prefeitura, o prefeito Custódio Mattos vetou a lei. O Legislativo derrubou o veto e com isso, a lei pode ser aprovada sem o consentimento do Executivo.

Segundo o texto da lei, Figueirôa configura violência como fato que gere constrangimento físico ou moral por meio de coação ou força física, ou ainda resulte em atentado à integridade de alunos, professores, dirigentes e agentes públicos. O vereador ainda acrescenta que em Curitiba e no Rio de Janeiro leis semelhantes estão em vigor.

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BULLYING: Menino de 13 anos tenta suicídio. Exagero considerar ‘bullying’ crime?

Gente, bom dia!

Estou muito triste com a matéria que acabo de ler no Jornal O Globo, sobre um menino de 13 anos que tentou suicídio por ter sofrido bullying. O texto de Ediane Merola traz a notícia de que a Secretaria Municipal de Educação determinou que a Coordenadoria Regional de Educação (CRE) verifique uma denúncia de bullying contra um menino de 13 anos, que teria tentado o suicídio na sexta-feira passada depois de ser agredido por colegas dentro da sala de aula, na Escola Municipal Rondon, em Realengo.

É muito assustador, ainda, perceber que o caso ocorreu no mesmo bairro da Tasso da Silveira, instituição onde 12 estudantes foram assassinados pelo atirador Wellington Menezes de Oliveira, há um mês.

A vítima desta vez estaria sendo alvo de deboche há meses e, depois de ser agredido, saiu mais cedo do colégio, foi para a casa e tomou vários remédios controlados usados pela avó. O garoto teve parada cardíaca e está internado num hospital particular na Zona Oeste. Segundo a secretaria, se a CRE apurar que o aluno foi vítima de bullying no interior da unidade escolar, será aberta sindicância para apurar os fatos.

O menino estudava na Rondon há dois anos e seria um bom aluno, com rendimento acima da média, o que lhe rendeu apelidos como “CDF” e “mariquinha”. Desde o fim do ano passado ele vinha sofrendo agressões verbais e a família já teria pedido a troca de turma, o que não foi atendido. Na sexta-feira passada, os colegas teriam extrapolado, a ponto de deixar o estudante com a blusa rasgada. Envergonhado, ele saiu mais cedo da escola e, segundo parentes, passou pelo portão da unidade sem ser abordado por funcionários.

A avó e o pai do menino não estavam em casa quando ele chegou. Sozinho, tentou pôr fim a própria vida, ingerindo uma grande quantidade de comprimidos. Os familiares encontraram o estudante desacordado e o levaram para o hospital, em estado em grave. Depois de passar alguns dias no CTI, ele agora se recupera num quarto, mas seu estado emocional ainda preocupa.

A secretaria de Educação informou que colocará a equipe Programa Interdisciplinar de Apoio às Escolas Municipais (Proinap), composta por psicólogos e assistentes sociais, para acompanhar o aluno. Em nota, a secretaria disse que em abril do ano passado lançou o Regimento Escolar Básico para as escolas da rede pública municipal. Entre outras medidas de caráter pedagógico e disciplinar para os alunos, o regimento proíbe a prática do bullying. As punições vão da advertência ao encaminhamento dos casos mais graves aos conselhos tutelares. A SME informa, ainda, que está implantando o programa de Justiça Restaurativa, com mediação de conflito, nas 151 unidades do Escolas do Amanhã, localizadas em áreas conflagradas da cidade.

Segundo a nota, todas as escolas são orientadas a trabalhar a questão com os alunos de forma interdisciplinar e professores e diretores têm sido capacitados para tratar do tema, em ações promovidas pelo Núcleo Interdisciplinar de Apoio às Unidades Escolares. A Secretaria ressalta que a prática do bullying não será permitida nas escolas da prefeitura.

Enquanto nos informam sobre esse aluno do Rio, em São Paulo Luísa Alcade fala, no Jornal da Tarde, sobre os Promotores da Infância e Juventude de São Paulo que querem que o ‘bullying’ seja considerado crime. Um anteprojeto de lei elaborado pelo grupo prevê pena mínima de um a quatro anos de reclusão, além de multa. Se a prática for violenta, grave, reiterada e cometida por adolescente, o autor poderá ser internado na Fundação Casa, a antiga Febem.

Alcade enfatiza que a  proposta prevê que poderá ser penalizada a pessoa que expuser alguém, de forma voluntária e mais de uma vez, a constrangimento público, escárnio ou qualquer forma de degradação física ou moral, sem motivação evidente estabelecendo relação desigual de poder. Estão previstos casos em que a pena pode ser ampliada, como quando é utilizado meio eletrônico ou qualquer mídia (cyberbullying). “Hoje, como não há tipificação legal específica, os casos que chegam são enquadrados geralmente como injúria ou lesão corporal”, explica promotor Mario Augusto Bruno Neto, secretário executivo da promotoria.

Como o ‘bullying’ e o cyberbullying são praticados na imensa maioria dos casos por crianças e adolescentes, os promotores vão precisar adaptar a tipificação penal dessas práticas ao que prevê o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O anteprojeto será submetido, no dia 6 de maio, a aprovação na promotoria e, depois, encaminhado ao procurador-geral do Ministério Público (MP), Fernando Grella Vieira, que deverá enviar o texto a um deputado para que o documento seja encaminhado ao Congresso. Antes disso, porém, a proposta será divulgada no site do MP para consulta pública. “Queremos que a população envie sugestões para que possamos aperfeiçoá-la”, explica o promotor Bruno Neto.

A educadora Madalena Guasco Peixoto, da Faculdade de Educação da Pontifícia Universidade Católica (PUC/SP), considera a proposta exagerada. “Essa questão não se resolve criminalizando, e para casos graves já existe o crime de lesão corporal”, opina. “As escolas precisam assumir a responsabilidade e, se tiver de haver punição, que seja aplicada pelos estabelecimentos de ensino”, defende. “O problema é que as escolas estão sendo omissas”, rebate o promotor Thales Cezar de Oliveira, que também assina o anteprojeto de lei.

Por enquanto ficamos aqui, estudando, refletindo e colocando em prática estratégias e atividades para conscientizar tal barbaridade.

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I – EXPRESSÕES IDIOMÁTICAS: no rádio

Bom dia!

Hoje, em nosso quadro Sopa de Letrinhas do Programa Toque Feminino da Valéria Magalhães, falaremos sobre expressões idiomáticas. Está imperdível!

Não perca! Rádio Catedral FM 102,3 – 12h20

Beijos!

Dor de Cotovelo: Essa expressão tem origem nas cenas de pessoas sentadas em bares, com os cotovelos apoiados no balcão bebendo e chorando um amor perdido. De tanto ficarem naquela posição, as pessoas sentiam dores nos cotovelos. Atualmente, é comum utilizar a expressão para designar o despeito provocado pelo ciúme (de alguém ou alguma coisa) ou a tristeza por uma decepção amorosa.

 

 

 

 

 

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TROTE NOTA 10

Boa tarde meus leitores lindos.

Segue uma matéria bacana sobre trote diferenciado.

Está no site  www.nota10.com.br

Vinte calouros do curso de Engenharia Mecânica da UFPR (Universidade Federal do Paraná) colocaram a mão na graxa. Eles participaram de um trote educativo, realizando a limpeza do Laboratório de Máquinas Térmicas do departamento.

Segundo o professor José Carlos Laurindo, que coordenou a atividade, a ação coloca os estudantes em contato com a realidade das condições do curso que farão nos próximos cinco anos. 

Durante o trote, foram limpos os modelos didáticos para as aulas de motores de combustão interna, compostos de válvulas e conexões, e organizados em um armário.

Os alunos lubrificaram o motor a explosão radial de aviação Pratt Wittney e o turbo-hélice Rolls Royce. Foi feita uma limpeza geral na Rural Willys, ano 1967, que deverá ser restaurada.

Também passaram por uma limpeza geral o Laboratório de Metrologia Dimensional e o Laboratório de Conformação.

 

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Catar cria “Nobel” da educação no valor de US$ 500 mil

A Qatar Foundation – braço educacional e científico do governo do Catar* – vai conceder a partir de 2011 o “Nobel” da educação, um prêmio de US$ 500 mil para o responsável por projetos ou políticas que sirvam de modelo em escala mundial. O anúncio da premiação, batizada de Wise International Award on Education, marcou o encerramento de um encontro sobre educação que reuniu 1,2 mil pessoas de mais de cem países em Doha, capital do Catar, na semana passada.

Anúncios de impacto estão virando rotina no minúsculo país do Golfo Pérsico, dono da terceira maior reserva de gás natural do mundo. Há duas semanas, a Fifa definiu o Catar como sede da Copa do Mundo de 2022. Na sexta-feira, a Qatar Foundation, capitaneada pela xeica Mozah Bint Nasser Al Missed, segunda das três mulheres do Emir do Catar e rainha de fato do país, causou furor com outro lance espetacular de marketing: pagará US$ 200 milhões ao Barcelona para ter seu logotipo na camisa do clube catalão, que nunca antes tinha aceitado patrocinador.

O senso de marketing também esteve presente na quinta-feira, no Hotel Sheraton de Doha, na divulgação do “Nobel da Educação”. A alusão ao Nobel foi reforçada com depoimentos de dirigentes de instituições de ensino, a maioria delas ocidentais, e de organismos multilaterais, exibidos em um telão. “Já há iniciativas que reconhecem os responsáveis por avanços em áreas como física, matemática e medicina, mas não na educação”, disse o americano J. Michael Adams, recém-eleito presidente da Associação Internacional de Presidentes de Universidades.

Pouco antes, o economista da Universidade Columbia, Jeffrey Sachs, tinha ocupado o telão para falar da importância de se investir na formação de jovens e para saudar a liderança da xeica Mozah – raro exemplo de celebridade da realeza mundial que fala de igual para igual com PhDs e conquistou reconhecimento por seu compromisso com a educação – no esforço para atingir as Metas do Milênio da Organização das Nações Unidas. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

* O Qatar ou Catar é um país árabe, conhecido oficialmente como um emirado do Oriente Médio, ocupando a pequena Península do Qatarna costa nordeste da Península Arábica. Faz fronteira com a Arábia Saudita ao sul, e o Golfo Pérsico envolve o resto do país. Um estreito do Golfo Pérsico separa o Qatar da nação insular vizinha, o Bahrein. Trata-se de um país rico em petróleo e gás natural, com a terceira maior reserva de gás e o primeiro ou segundo maior PIB per capita do mundo. Uma monarquia absoluta, o Qatar foi governado pela família al-Thani, desde meados de 1800 e desde então transformou-se de um protetorado britânico, notável principalmente pela extração de pérolas, em um Estado independente com receitas significativas de petróleo e do gás natural. (Wikipédia)

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