BULLYING: introdução

Mais uma sexta-feira chegou!

O tempinho tá passando muito rápido ou é impressão minha?

E, nesses últimos velozes dias, não paro de pensar e me preocupar com o tirano uso da ação baseada na força e no poder: bullying!

Como é bom poder ver revelado  algo tão cruel, que tantas pessoas passaram e passam, e que, agora, é discutido, apresentado e posto à mesa para resolver e por um fim!

O caráter oculto (pelo fato das vítimas não terem coragem suficiente para uma possível denúncia) parece estar com os dias contados.

É muito importante porém, apresentar à todos a definição real dessa agressão, evitando que sejamos vítimas de bullying sem saber. Evitamos, também, agirmos de forma cruel, rotulando outras situações rotineiras de bullying (quando na verdade não é) por não termos a real noção do que se trata.

Sendo uma simples e preocupada educadora, leitora de tudo que possa acrescentar nossa prática escolar, receio muito pela banalização da expressão “bullying”, sendo usada de forma equivocada, pela angústia da falta de respeito e atenção às vítimas e aos agressores (que também são indivíduos implorando por auxílio psicológico, cheios de problemas sociais, familiares, etc.), resolvi colocar aqui, em meu blog, algumas informações que podem ajudar os interessados em conhecer o assunto.

Quem souber de algum material interessante e quiser me enviar, coloco aqui também, com as devidas referências aos autores.

IMPORTANTE: Na última terça-feira (05 de abril), no Programa da Valéria Magalhães – Toque Feminino, Quadro Sopa de Letrinhas – falamos sobre Bullying (Rádio Catedral FM 102,3) . Continuaremos na próxima semana (12 de abril), desta vez, com a presença de uma Psicóloga!!! Não percam!!!!

O que é bullying?

Bullying é uma situação que se caracteriza por agressões intencionais, verbais ou físicas, feitas de maneira repetitiva, por um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo bullying tem origem na palavra inglesa bully, que significa valentão, brigão. Mesmo sem uma denominação em português, é entendido como ameaça, tirania, opressão, intimidação, humilhação e maltrato.

O que não é bullying?

Discussões ou brigas pontuais não são bullying. Conflitos entre professor e aluno ou aluno e gestor também não são considerados bullying. Para que seja bullying, é necessário que a agressão ocorra entre pares (colegas de classe ou de trabalho, por exemplo). Todo bullying é uma agressão, mas nem toda a agressão é classificada como bullying. 

Para Telma Vinha, doutora em Psicologia Educacional e professora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), para ser dada como bullying, a agressão física ou moral deve apresentar quatro características: a intenção do autor em ferir o alvo, a repetição da agressão, a presença de um público espectador e a concordância do alvo com relação à ofensa. ”Quando o alvo supera o motivo da agressão, ele reage ou ignora, desmotivando a ação do autor”, explica a especialista.

Como identificar o alvo do bullying?

O alvo costuma ser uma criança com baixa autoestima e retraída tanto na escola quanto no lar. ”Por essas características, é difícil esse jovem conseguir reagir”, afirma o pediatra Lauro Monteiro Filho. Aí é que entra a questão da repetição no bullying, pois se o aluno procura ajuda, a tendência é que a provocação cesse.

Além dos traços psicológicos, os alvos desse tipo de violência costumam apresentar particularidades físicas. As agressões podem ainda abordar aspectos culturais, étnicos e religiosos.

O que é bullying virtual ou cyberbullying?

É o bullying que ocorre em meios eletrônicos, com  mensagens difamatórias ou ameaçadoras circulando por e-mails, sites, blogs (os diários virtuais), redes sociais e celulares. É quase uma extensão do que dizem e fazem na escola, mas com o agravante de que as pessoas envolvidas não estão cara a cara.

Dessa forma, o anonimato pode aumentar a crueldade dos comentários e das ameaças e os efeitos podem ser tão graves ou piores. “O autor, assim como o alvo, tem dificuldade de sair de seu papel e retomar valores esquecidos ou formar novos”, explica Luciene Tognetta, doutora em Psicologia Escolar e pesquisadora da Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinhas (Unicamp).

Quero aproveitar e contar que conheci essa semana o Espaço Educacional Lápis de Cor (Colégio Estrutura).

A Cida e a Adelaide são uns amores, amei tudo por lá, inclusive algumas mães que conheci!!!!

Olhem que coisinhas mais fofas!!!!!!!

 

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